Luis Carlos, Mi Padre.

*Datas especiais do mês de agosto:

Dia 11 – Dia dos Advogados.

Dia 12 – Dia dos Pais.

Dedico esta singela homenagem a todos os pais e advogados, especialmente ao Meu Pai, Dr. Luis Carlos (in memoriam), meu amigo e exemplo como profissional. Um advogado vocacionado e que me deixou grandes ensinamentos.

Um dia nos encontraremos novamente, transformando a saudade em alegria.

Te amo, Meu Pai.

As Mãos de Meu Pai

Por Mário Quintana (Poeta Brasileiro)

“As tuas mãos tem grossas veias como cordas azuis sobre um fundo de manchas já da cor da terra – como são belas as tuas mãos pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram da nobre cólera dos justos… Porque há nas tuas mãos, meu velho pai, essa beleza que se chama simplesmente vida. E, ao entardecer, quando elas repousam nos braços da tua cadeira predileta, uma luz parece vir de dentro delas… Virá dessa chama que pouco a pouco, longamente, vieste alimentando na terrível solidão do mundo, como quem junta uns gravetos e tenta acendê-los contra o vento? Ah, como os fizeste arder, fulgir, com o milagre das tuas mãos! E é, ainda, a vida que transfigura as tuas mãos nodosas… essa chama de vida – que transcende a própria vida…e que os Anjos, um dia, chamarão de alma.”

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Um comentário sobre “Luis Carlos, Mi Padre.”

  1. Neste mês de agosto, há duas comemorações especiais:
    Dia 11: Dia do Advogado.
    Dia 14: Dia dos Pais.
    Gostaria de deixar essa singela homenagem a todos, especialmente, ao meu amado pai, Dr. Luis Carlos, meu amigo, meu herói, meu exemplo como profissional, sendo ele um advogado vocacionado e que me deixou um grande ensinamento:
    “Estude, lute, trabalhe, pois é a única forma de vencer na vida, para quem tem dignidade e pés no chão”.
    Sua missão foi cumprida, nessa vida e, um dia, nos encontraremos, novamente, transformando a saudade em alegria.
    Te amo, meu pai! Descanse em paz.
    Deixo essa singela homenagem:
    As mãos de meu pai…..
    Por Mário Quintana (1906-1994)
    “As tuas mãos tem grossas veias como cordas azuis
    sobre um fundo de manchas já da cor da terra – como são belas as tuas mãos pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram da nobre cólera dos justos…
    Porque há nas tuas mãos, meu velho pai, essa beleza que se chama simplesmente vida.
    E, ao entardecer, quando elas repousam nos braços da tua cadeira predileta, uma luz parece vir de dentro delas…
    Virá dessa chama que pouco a pouco, longamente, vieste alimentando na terrível solidão do mundo, como quem junta uns gravetos e tenta acendê-los contra o vento?
    Ah, como os fizeste arder, fulgir, com o milagre das tuas mãos!
    E é, ainda, a vida que transfigura as tuas mãos nodosas…
    essa chama de vida – que transcende a própria vida…e que os Anjos, um dia, chamarão de alma.”

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